quarta-feira, 10 de junho de 2009

Últimos Relatos

RELATO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS JUNTO AOS ÚLTIMOS ENCONTROS DO GESTAR II – TURVO,SC.


DATA: 18 de maio de 2009

Orientação coletiva para elaboração de Projeto
Unidade 11 – Tipos textuais
Seção 1: Sequências tipológicas: descrição e narração
Explanação: um texto narrativo e um texto descritivo – Leitura de exemplos. Apresentou-se um retro-projetor com o texto “Conto de Natal” – relato sobre o autor e obras. Sem seguida dividiu-se a classe em grupos de três pessoas com o objetivo de fazerem a interpretação e identificação do tipo textual predominante.
Um aluno evangélico fez a leitura de um trecho bíblico efetuando referência à leitura. Relacionou-se também às atividades da aula anterior. Após as respostas de questões, reescreveu-se, em forma descritiva, a notícia da revista Isto é, que tinha por título “A barata saiu caro”. Trocando idéias foram montando interessantes textos. (atividades aplicadas de 5ª à 8ª série)







Seção 2: Sequências tipológicas: os tipos injuntivo e preditivo
Explanações sobre os tipos injuntivo ou instrucional e preditivo. Produção dos mais diversos tipos de textos; com exposições em cartazes de propagandas, horóscopos, manuais de instrução, livros de auto-ajuda etc.
(Alunos envolvidos – 7ª e 8ª série).












Seção 3: Sequências tipológicas: o tipo dissertativo
Após explicações do conteúdo, realizou-se as mais diversas atividades de produção textual como redações dissertativas e produções de cartazes com referência às datas comemorativas. (Atividades aplicadas de 5ª à 8ª série)



DATA: 1º de Junho de 2009

Orientação coletiva para elaboração de projeto
Unidade 12 – Inter-relação entre gêneros e tipos textuais
Seção 1:Gêneros textuais e sequências tipológicas
Atividades desenvolvidas nas 7ªs e 8ªs séries com o objetivo de caracterizar as sequências tipológicas expositivas e argumentativas com dois aspectos do tipo dissertativo. Busca da coerência e coesão.
Aulas expositivas, uso de lâminas, produção de pequenas crônicas.

Seção 2 e seção 3: Sequências tipológicas em gêneros textuais e intertextualidade (divisão de seções em três grupos de cursistas)
Identificação das diferenças e semelhanças na organização de textos utilizados em diversos contextos de uso linguístico: relações de gêneros textuais e competência sociocomunicativa. Identificação de características que levem a classificação de um gênero textual.


As atividades realizaram-se com pesquisas nas mais diferentes fontes, debates, anotações.
Os alunos efetuaram as atividades através de teatros (texto dramático), elaboração de cartazes, pinturas, confecções de panfletos, convites, etc.



OBS: Os relatos em questão estão sintetizados, já que a apresentação de todo trabalho dar-se-á na segunda etapa de formação dos profissionais

terça-feira, 5 de maio de 2009

Registro Reflexivo - Encontro Ref. TP3

Primeiro encontro – 6 de abril de 2009 – SDR – Secretaria do Desenvolvimento Regional – Araranguá, SC.
Encontro de todos os profissionais da Região – Matemática e Língua Portuguesa, onde a Coordenação da Secretaria expôs o objetivo geral do Curso e eu, como Formadora, registrei passo a passo o programa e atividades.
Seguindo a pauta, os cursistas formaram grupos a que faziam parte, e acontecendo a distribuição dos materiais abriu-se a questionamentos.







7 de abril de 2009 - Convidada que fui, a uma entrevista junto à Rádio Imigrantes de Turvo, com prazer pude relatar, com mais detalhes, o Programa aos alunos e demais membros da comunidade.

13 de abril de 2009 - oficina 1: Junto à Unidade Escolar a que pertenço, recebi os cursistas dos municípios de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro.
Relação: Ana Paula De Luca Vieira
Andresa Cardoso Camilo
Aline Coral
Daiane Aparecida Boza Rezin
Cláudia da Silva Fernande
Edinéia Martins Olivo
Fabrícia da Rosa
Francieli dos Santos
Heloísa Arceno
Liandra Dal Pont
Marcolina Martinello
Rita de Cássia Martins Biz
Rita de Cássia Gnoatto
Silvia Nadir da Silva
Sueli Regina Costa João.








A sala utilizada para nossos encontros possui os recursos necessários como quadros, data show, computadores, ar condicionado, mesas e cadeiras confortáveis etc.



Após a leitura de uma bela mensagem, utilizamos fitas, tintas, cartolinas e pincéis para a confecção de crachás e relato dos desafios travados por cada um dos presentes.



GESTAR II




A apresentação aconteceu de forma muito descontraída.
Distribuindo panfletos e apresentando slides, informamos um pouco mais sobre o programa e o material distribuído, já que nem todos estiveram presentes na reunião da SDR.
Como formadora, sintetizei o Guia Geral e, em aula expositiva, passei as informações contidas no mesmo.

Dirigimo-nos aos questionamentos surgidos e esclarecimentos gerais.

Teoria e Prática número 3
Explanação Geral da Unidade 9 - Apresentamos uma síntese sobre Gêneros e Tipos Textuais e participamos da colocação de todos os presentes (pesquisas em livros, revistas e internet). Extraímos vários exemplos de Gêneros. Passamos em slides.
Fez-se uma pausa de 12 minutos para o lanche da tarde.



Ao retornarmos, fizemos a leitura das produções e, minha orientação como formadora, foi a de que, após leitura da Unidade em questão, realizassem as atividades propostas junto ao TP3.
Nessa primeira tarefa, não distribuímos em seções, com o objetivo de que tivessem um contato mais aprofundado com o material.
Houve muito interesse por parte de todos!
Após leitura de mensagem, encerramos nosso primeiro encontro.


20 de Abril de 2009 - Realizamos encontro na Unidade Escolar, com a finalidade de sociabilizar as atividades a serem aplicadas e aconteceram debates, porém seria a distância.


27 de Abril de 2009 – Oficina 2: Após cumprimentos, nosso encontro inicia-se com a leitura de uma mensagem, apresentação de slide com o tema: Leitura e o professor em sala de aula.
O momento de descontração acontece com o texto “Na mata” interpretado pelas alunas, após circulamos os animais encontrados e realizamos comentários gerais.

É o dia da apresentação dos trabalhos e os resultados obtidos em sala de aula. Primeiramente apresentei o trabalho realizado por mim, com o qual obtivemos muito êxito quando da sua aplicação. Segue esboço:



UNIDADES 9, 10, 11 (linhas gerais)

Explorando a Unidade 9
OS GÊNEROS TEXTUAIS


Os textos do nosso cotidiano como: carta, conversa telefônica, receita, notícia de jornal são exemplos de textos que, salvo algumas variações, mantem certas características que nos permitem identificá-los.
Não precisamos ver uma pessoa falando ao telefone, nem saber o assunto pra afirmarmos que se trata de uma conversa telefônica, porque a estrutura textual é inconfundível. O mesmo acontece com a carta e com a receita: ao observarmos sua organização textual, sabemos que se trata de uma carta (lugar e data, vocativo inicial, cumprimento, desenvolvimento, despedida, assinatura, P.S.) ou de uma receita (lista de ingredientes, modo de preparo).
Carta, conversa telefônica, recibo, bula de remédio, sermão, manual de instruções, notícia de jornal são exemplos de gêneros textuais.
Os gêneros textuais são os tipos de textos efetivamente produzidos em nossa vida cotidiana com características gerais comuns (formato, sequência ou estrutura linguística, assunto) facilmente identificáveis. Intimamente relacionados às práticas sociais de uma comunidade, os gêneros textuais:
• são inúmeros, tanto quanto o são as práticas sociais;
• são relativamente estáveis, tão estáveis quanto as práticas sociais a que servem. Enquanto a prática social estiver em vigor, o gênero textual a ela associado circulará. Assim, como a vida em sociedade está sempre mudando e evoluindo, novos gêneros nascem, outros desaparecem e outros se mantem.








SOPÃO ESPECIAL
INGREDIENTES
(30 Porções)
1 quilo de cenouras
4 tomates grandes
5 chuchus médios
300 gramas de abóbora madura
1 fio de óleo de soja
2 colheres rasas (sopa) de sal
5 dentes de alho sem casca
1 quilo de macarrão (estilo gravatinha)
2 pimentões vermelhos
4 cebolas grandes sem casca
10 folhas de couve manteiga
Salsa e cebola verde a gosto

OS TIPOS TEXTUAIS E A GRAMÁTICA


Os gêneros textuais são textos concretos, que, dependendo do contexto em que se realizam, de suas funções na interação social e da intenção de seus produtores, se organizam e apresentam determinadas composições lingüísticas.
Chamadas tipos textuais, essas composições linguísticas tem como característica a predominância de certas estruturas sintáticas, tempos e modos verbais, classes gramaticais, combinações, etc., de acordo com sua função e intencionalidade. Se os gêneros textuais são inúmeros, podemos identificar um número limitado de tipos textuais. Exemplo: Narrativo (predominante em gêneros como crônica, romance, fábula, piada, conto de fada, etc.). Descritivo ( retrato, anúncio classificado, lista de ingredientes de uma receita, lista de compras, cardápio, etc.). Argumentativo (predominate em gêneros como manifesto, sermão, ensaio, editorial de jornal, crítica, monografia, redação dissertativa, tese de mestrado, etc.). Explicativo ou expositivo (tipo textual predominante em gêneros como aulas expositivas, capítulos de livro didático, verbetes de dicionários e enciclopédias, etc.). Instrucional ou injuntivo: (horóscopo, propaganda, receita culinária :modo de fazer, manual de instruções de um aparelho, livros de auto-ajuda, etc.).



Leia atentamente os textos abaixo, observando sua composição lingüística:

TEXTO I

Marta Heizen Severino nasceu em Turvo, no ano de 1970. Ingressou na Escola de Educação Básica em 1990. Passou no concurso para merendeiras entre 73 senhoras. Firmou-se como uma das maiores cozinheiras na década de 90. Em 1993 voltou a estudar e concluiu o Ensino Médio na Escola de Educação Básica João Colodel.

TEXTO II

Este prato preparado por Marta representa uma das refeições mais nutritivas que a Escola oferece para seus alunos.
É uma refeição à base de legumes produzidos na horta escolar.
Traz muitas vitaminas!
Refeição rica em betacaroteno, sais minerais e fósforo.

TEXTO III

Vitamina: s.f. 1. Molécula orgânica essencial ao metabolismo dos seres vivos. 2. suco de fruta(s) e/ou legumes(s) batido ger. com leite.
HOUAISS, dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.


TEXTO IV
SABENDO COM SABOR

SOPÃO ESPECIAL

PREPARO

• “Cozinhe bem os legumes descascados e picados, com um fio de óleo de soja em água abundante.
• Acrescente os temperos e deixe ferver por mais 15 minutos.
• Em seguida coloque o macarrão. Quando este estiver cozido, ponha sobre o sopão especial, uma camada de couve cozida, cortada em finas tiras. Sirva ainda quente.”
• Se preferir, torre fatias de pão salgado para acompanhar o prato.


Como podemos observar, são quatro gêneros textuais distintos, cada qual com um tipo de composição, segundo sua função e intencionalidade. Uma primeira análise poderíamos fazer:
• Texto I: biografia – tipo textual predominante = narrativo, centrado no relato de uma fato ou acontecimento ( a vida de Marta Heizen Severino). Percebe-se o predomínio de formas verbais no pretérito indicando um processo ou ação e de formas adverbiais para marcar o tempo e o espaço.
• Texto II: Gênero: legenda de receita – tipo textual predominante: descritivo, centrado na ausência de ações, com predomínio de predicados nominais, o emprego de adjetivos e formas verbais no presente.
• Texto III: Gênero textual: verbete de dicionário – tipo textual predominante = explicativo, centrado na tentativa de passar informações a respeito de um conceito (no caso, a vitamina). Apresenta um conhecimento tido como verdade, como comprovado: percebe-se o predomínio da objetividade.
• Texto IV: Gênero textual: receita (preparo)
Tipo textual predominante: injuntivo: centrado na passagem de uma instrução. Percebe-se o predomínio de formas verbais e expressões de sentido imperativo, formas adverbiais de modo (organizando a sequência das ações ... “em seguida”).



Cada cursista expôs a sua primeira experiência no trabalho com o novo Programa.
Realizaram a leitura das respostas junto ao TP 3, relatando passo a passo a aula ministrada.
Pontos negativos: As cursistas Ana Paula de Luca Vieira, Andresa Cardoso Camilo e Rita de Cássia Martins Biz, não conseguiram ministrar as aulas já que a maioria delas aconteceriam no feriado de quinta e sexta-feira da Semana Santa.
As demais cursistas demontraram muita satisfação quando da apresentação dos resultados obtidos.
Tema abordado: Trabalho.
A grande maioria iniciou com a explicação de Gêneros textuais e tipos e, através de muitas receitas , aconteceu o brilho das aulas.
Alguns Exemplos: Silvia Nadir da Silva: Tendo como referência os textos: 1 da página 19 e o 2 da página 20 – TP3, elabora uma aula para os alunos da 6ª série 1 M. Criação de uma receita sobre “boa formação profissional e intelectual” envolvendo trabalho e valores para se conseguir vencer na vida, com o intuito de despertar o interesse e a valorização do seu trabalho na escola, como estudante. Formulou também sua própria biografia, referindo-se à vida profissional, para que percebessem o quanto se faz necessário ter boa vontade e determinação.
Lançou-se alguns questionamentos reflexivos para que observassem seu papel como seres participantes em tudo que realizam. No final elaboraram receitas focando suas atitudes para a melhoria de sua marca como aluno.
Professora Francieli dos Santos: Dicas importantes para uma vida saudável e feliz – interdisciplinar com aulas de Ciências – o problema das drogas – Receitas de saúde etc.
Rita de Cássia Gnoatto: receitas de uma boa formação profissional – Biografias de profissionais da Escola.
Liandra Piazza Dal Pont e Heloísa Arceno: elaboração (integral) das atividades 1 e 2 – AA3 , com resultados bem positivos.
As demais profissionais realizaram excelentes trabalhos com textos de jornais, conversas telefônicas, entrevistas com profissionais do campo e da cidade, bem como elaboração de textos nos mais diversos tipos de Gêneros Textuais.
Mensagem final – lida por uma cursista e distribuição das próximas atividades. Atividade de número 10 – desta vez, com a determinação com divisões em seções. Sugestões oferecidas pelo Formador: A literatura da Região Sul – Paralelo à Literatura de Cordel.
Debate e Conclusão dos trabalhos do dia.

PS. Todos os trabalhos realizados fazem parte de meus apontamentos, os quais apresentarei junto ao encontro de Julho do ano em curso. LOY

segunda-feira, 20 de abril de 2009

memorial reflexivo

Segue abaixo,

MEMORIAL REFLEXIVO

Quando eu era pequenina
Mamãe não acreditava
Que eu pudesse ser professora
Pois paciência me faltava

Para ensinar meus sobrinhos
Comparava-me às quatro irmãs
Dizia que as manas sim
É que tinham muitos fãs

E eu prometi pra ela
Que mostraria a essa gente
Pros alunos de verdade
Seria a professora excelente!

Então comecei nesse ano
Substituir a falecida Lídia
Que era a irmã mais velha
E eu já estava na mídia

Lá pros idos de oitenta
É que recebi o canudo
Formatura de Ensino Médio
De professora e tudo!

Ingressando na Faculdade
Convidaram-me a começar
Em Criciúma na Scam
Pros carentes lecionar

Foi rápido que tomei gosto
Pelos nossos Querubins,
Dei aula na Agrimensura
Quando meu curso chega ao fim.


Após formar-me em letras
Já vem com satisfação
Um desafio em Gurupi
E dispara o coração!

Desembarquei às sete horas
Lembro-me era início de março
E, à tarde, não conhecendo ninguém
Iniciei lá no Paulo de Tarso

Durante esse mesmo mês
Deparei-me com o Positivo
E o Pastor não exitou
Quarenta aulas em seu arquivo!

Passados dois anos de glória
A Fundação Bradesco me fascina
Na ilha do Bananal
Encontrei lá uma mina.

Entre índios, brancos e negros
Pra que discriminação, minha gente?
Todos temos qualidades
O que passa em nossa mente?

Em Goiânia nos anos noventa
A muitos também lecionei
Em grandes empresas agrícolas
Aprendi enquanto ensinei

Retorno a Turvo e um concurso
Traz-me ao estado de novo
Sob determinação e amor
Corre a educação do meu povo

Já faz mais de vinte anos
Que estou no João Colodel
É aqui que venho trabalhando
E recebendo o meu troféu

Em Língua Espanhola e Portuguesa
Tem luta nesta Unidade
E o que sempre importa mais
É trabalhar com lealdade.

Lá pros idos de novembro
Recebi uma proposta
De fazer um curso fora
Não é todo mundo que gosta

Aceitei logo o convite
Da nossa Administração
Quando a gente quer crescer
Na mais fina Educação

Não sabia bem como era
Falava-se em Gestar II
E a Márcia diz: a escola,
Aponta a professora Loy

Eu nunca desisto de nada
Pensei durante o recesso
Que a mudança é necessária
Aspiramos ao progresso

Em Treze Tílias então
Com o maior calor do ano
Mas o que encontrei mesmo
Foi forte calor humano!

A equipe de primeira
Regida por gata Andreia,
Abraçou a causa com garra
Você não faz nem idéia!

Comecei a apaixonar-me
Pelo curso de Formação
E de segunda a segunda
Não largo mais dele não

São tantos livros lá em casa
Que a secretária reclama:
_ Quando eu guardo tudo a senhora
Os traz pra cima da cama!

Se estou com mil tarefas?
Leio até de madrugada!
Buscando o conhecimento
O curso deixou-me encantada!

Tenho certeza de que o tempo
Haverá de confirmar
No Brasil daqui pra frente
Melhora a Aprendizagem Escolar!




BEIJÃO!


LOY/2009.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Resumo do Guia Geral

“Segue resumo do Guia Geral, conforme solicitação.”


O Gestar II é o programa de formação continuada comportando uma relação social e estreita com a dimensão da prática no cotidiano da escola e com a dimensão formal da proposta pedagógica; é destinado aos professores da 5ª à 8ª série do Ensino Fundamental, em Língua Portuguesa e Matemática e estes aos seus educandos.
Seus objetivos primordiais são: colaborar para a melhoria do processo ensino-aprendizagem, contribuir para o aperfeiçoamento da autonomia do professor na sua prática pedagógica e permitir ao profissional o desenvolvimento de um trabalho com base em habilidades e competências.
Possui uma carga horária de 300 horas, sendo 120 presenciais e 180 a distância (estudos individuais).
Na especificidade da disciplina de Língua Portuguesa, a proposta é que se trabalhe mesclando os textos clássicos com os da sua região, ao mesmo tempo em que se faça ponte com assuntos mais relevantes no plano internacional e que se esclareça a importância da Língua.
Ementas: Teorias e Práticas – Linguagem e cultura: análise lingüística e literária, gêneros e tipos textuais, leituras e processos de escrita, estilo, coerência e coesão.
.ATORES DO PROGRAMA
Coordenador Administrativo:
Profissional da Secretaria de Educação
Funções:
. Tomar decisões de caráter administrativo e logístico;
Garantir condições materiais e institucionais para o
desenvolvimento do Programa.
Prestar informações ao MEC sobre o andamento do
Programa.

Professor-Cursista:
Professor de Língua Portuguesa ou Matemática dos anos
finais do Ensino Fundamental, da rede pública de ensino.
Funções:
. Estudar os conteúdos dos cadernos e desenvolver as atividades
que deverão ser apresentadas ao formador;
. Selecionar técnicas e materiais adequados ao desenvolvimento
do ensino-aprendizagem;
. Colaborar com as discussões pedagógicas relacionadas aos
materiais e ao curso;
. Possuir frequência obrigatória.

. Coordenador Pedagógico:
Profissional da Secretaria de Educação
Funções:
. Colaborar com as discussões pedagógicas relacionadas
aos materiais e ao curso;
. Apoiar as ações dos formadores;
. Prestar informações à Instituição de Ensino Superior
sobre o Programa.

. Professor-Formador:
Professor da rede pública de ensino, licenciado em
Matemática ou Letras
Funções:
. Planejar, conduzir e avaliar as oficinas dos cursistas;
. Acompanhar e orientar os cursistas em seus estudos
individuais, prática pedagógica, etc;
. Colaborar com as discussões pedagógicas relacionadas aos
materiais e ao curso.

O material destinado a este curso é de:

*. 1 Guia Geral, contendo a proposta do trabalho, a compreensão do programa, a construção coletiva da proposta pedagógica do Gestar, a implementação e a definição dos papéis dos atores do Gestar;
O Guia traz o Currículo de Língua Portuguesa no Gestar.
Direitos e Deveres dos Cursistas , Formadores, Direção e Coordenação das Escolas participantes,
Procedimento para o uso de todo o material.
Como elaborar o projeto a ser apresentado.

*. 1 Caderno do Formador, trazendo a condução do trabalho aos cursistas, oficinas etc.;

*. 6 Cadernos de Teoria e Prática – chamados TPs; O caderno de Teoria e Prática possui quatro unidades e cada unidade contém 3 seções, sendo que cada seção tem um objetivo de aprendizagem.
Um caderno de Teoria e prática dividi-se em 3 partes: Primeiramente temos as Unidades, depois (lá no final) temos a Lição de Casa ou Socializando, em seguida, as Oficinas ou Sessão Coletiva.
Estrutura dos Cadernos de Língua Portuguesa:
Temos neles os Planos de Aula do programa Gestar.
Nas Unidades dos TPs temos:
1) Título da Unidade e Nome do Autor
2) Iniciando nossa Conversa ( é a introdução)
3) Definindo nosso Ponto de Chegada (são os objetivos da aprendizagem)
4) Seções (subdivisões da unidade) estudamos de forma independente.As seções têm título, os objetivos de aprendizagem e o conteúdo. Para desenvolver esse conteúdo, são utilizados vários recursos de aprendizagem marcados por ícones específicos:
a) Atividades
Possibilitam que os cursistas mobilizem os seus conhecimentos prévios e, a partir dos exercícios, construa o seu próprio conhecimento. Cada seção conta com 2 a 6 atividades de estudo. Tenho que realizar no mínimo uma!
b) Indo à sala de aula
Sugere atividades que se referem à aplicação do conteúdo estudado em sala ou lembra posturas importantes para o professor.
c) Avançando na prática
Momento em que o professor aplica o que estudou
d) Importante
Definições de conceitos e sínteses do estudo
e) Recordando
Notas sobre os conteúdos tratados

f) Resumindo
Sintetiza o conteúdo

g) Bibliografia

h) Leituras sugeridas

Baseiam-se na recomendação de três a cinco leituras por Unidade com resenhas e referências bibliográficas
i) Ampliando nossas Referências
Consta de um texto de referência, que trabalha conteúdos tratados na Unidade (ímpar) para enriquecer o assinto

j) Sobre o trabalho com o Texto de Referência
• Não é um texto pra ser trabalhado com aluno de 5ª à 8ª série
• É um texto de outro autor
• O estudo dos textos deve ser praticado toda semana em que não houver o encontro
• Os estudos são obrigatórios e fazem parte da carga horária do cursista
• O estudo dos textos pode ser individual ou coletivo
• Objetivo dos textos de referência: São textos geradores de desafio pra o professor e provocam e enriquecem a reflexão do professor sobre sua prática
• Correção das atividades
• Confere-se as respostas a questões elaboradas. Desse item constam também as Respostas às questões sobre Ampliando Nossas Referências
Na parte II de cada TP, encontra-se duas lições de casa e na parte III, duas oficinas
Lição de casa
• É sempre o relato do Avançando na Prática escolhido pelo cursista
• Este relato deverá ser entregue ao formador para construir o Portifólio do professor
• A cada duas Unidades estudadas, deve ser entregue uma Lição de Casa
• Oficinas
São os encontros presenciais, com duração de 4 horas. Possui uma sequência de atividades e instruções a serem desenvolvidas, ora individualmente, ora em grupos. As oficinas serão realizadas na Unidades Pares ( tipo a 10 – a 12... final do TP3).
Padronização da oficina:
¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬____________________________________________________________
Oficina
Título da oficina
Objetivo
Parte I – Retomada do processo de estudo e questionamentos sobre as Unidades
Parte II – Trabalho sobre a Lição de Casa
Parte III – Desenvolvimento de uma Atividade
Parte IV – Avaliação da Oficina e retomada dos objetivos de aprendizagem
Parte V _ Introdução das novas Unidades com perguntas instigadoras.
___________________________________________________________

(Haverá sempre duas versões da Oficina: Uma que está no TP do cursista e outra para os formadores, com respostas e instruções metodológicas)
*. 6 Cadernos de Atividades de Apoio à Aprendizagem - AAA versão do aluno;
*. 6 Cadernos de Atividades de Apoio à Aprendizagem- AAA versão do professor;



Sabendo que o trabalho do Gestar II se fundamenta na concepção sócio-construtivista, alunos e professores constroem juntos o conhecimento em sala de aula, por meio de uma relação interdependente, apoiada no interesse e na participação ativa dos alunos e da atuação de seu professor como mediador.
Acreditamos que o trabalho deste não mais poderá ser isolado. O trabalho em conjunto, cooperativo, deve considerar os interesses dos alunos, da família, na busca da construção do conhecimento.
Num sistema de avaliação processual e formativo, o programa proporciona aos seus professores a oportunidade de conhecer novas estratégias de atuação e adequá-las à sua sala de aula.





LOY/2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

SUCESSO A TODOS NÓS!

Em cada passo encontraremos muitos espinhos, mas em cada légua haverá uma FLOR!